A leitura e a sociedade (Se você se acha alfabetizado, lhe desafio a ler este texto!)
Outubro 30, 2007
Entender e interpretar. A um bom tempo venho analisado estas duas condições. Desde que comecei a tomar gosto pela leitura, ainda criança, sempre obtive um estímulo diferente das minhas vontades atuais. Com assuntos e histórias sempre divertidas, porém supérfluas. Foi assim que conheci o Gibi da Turma da Mônica! Ei, ei. Espere. Continue lendo. Verá o porquê no segundo parágrafo.
Em uma vida de criança, não há problemas. Nem mesmo preocupações, estresses, ou <coloque-aqui-qualquer-outro-problema-do-mundo-oriúndo-desses-humanos>, etc. Então, o pequeno, consegue obter um encanto através dos desenhos, balõezinhos, e quadrinhos. Foi assim que conheci pela primeira vez, a amiga: concentração. Amiga em termos. Às vezes (quase sempre), ela resolve brigar comigo, e com você. Mas não com quem terminar de ler este texto. Você está me entendendo? Se sua resposta for: Sim, continue lendo. Senão, já pode ir ver à novela.
Vinte anos de idade. Fazendo faculdade e trabalhando. Este é o meu estado atual. No meio de um mundo totalmente louco, onde um humano quer ferrar com o outro. Oportunidades de trabalho desaparecem antes mesmo de surgirem (seria o mal do Q.I. (quem indica)? Se conseguiu interpretar, explicarei mais adiante à solução, senão, ainda dá para pegar o próximo capítulo da novela). É algo que realmente lhe prende a tentar viver sempre um passo a frente do seu humano concorrente (que amanhã tentará sua cadeira).
Perante todos estes problemas mercantilistas, uma boa forma de pensar a frente do cérebro do seu próximo, é estimulando a leitura técnica. Oras.. o que viria a ser uma leitura técnica? É simples: Uma leitura técnica é aquela na qual você lê cinco vezes a mesma coisa, e não entende nada, mas, sabe que é necessário registrar aquilo no seu cérebro. Apresento a você a: Força de vontade! (Você já deve ter ouvido falar dela, mas nunca foram apresentados). Definição expressa: Ter força de vontade não é persistir, e sim prevalecer perante um objetivo. (beeem.. diferente da idéia do: “tente outra vez” ala Raul Seixas.) Quando se tem força de vontade, você não apenas persiste cinco, dez, vinte, mil vezes. Mas, sim o necessário até prevalecer perante o problema, em nosso caso: a i-n-t-e-r-p-r-e-t-a-ç-ã-o, pronto! Tudo escrito até aqui, até então, foi para dizer uma coisa óbvia, na qual você até já imaginava, a qual é o maior problema na hora de ler, de 95% dos casos, desses humanos (ahh, esses humanos!). Interpretar algo pode ter duas interpretações:
1ª) Você interpreta. 2ª) Você acha que interpreta
Qual a solução? Conferir se realmente sua interpretação tem harmonia com o entendimento que o escritor está querendo lhe passar. (Opa! Acabei de diferenciar algo que parecia ter o mesmo significado: Entender e interpretar.) O que isso quer dizer? Que uma interpretação é como se fosse uma crítica, algo pessoal, abstrato ao seu ser. Entendimento é um alívio, perante uma leitura complicada. (Você vai saber quando entendeu ou não, compreende? A novela já acabou…)
Das ocorrências, posso assegurar que em muitos casos, o problema pode ser a TV (Se não entendeu, tente desligar a TV e ler novamente), em outros, pode ser o seu lindo animalzinho, que não para de latir. Ou até mesmo, aquele povo na sua casa batendo boca até altas horas.
Da solução, você deve buscar em seu interior. Olhe aquele monte de letras e encare. Leia, releia! Vá até o fim. Não, mas nunca, desista daquela frase. Qualquer palavra perdida pode ser crucial para o entendimento. Faça isso sempre longe da sociedade. Se isole. Só assim você vai conseguiu seu objetivo: Ler, interpretar e entender. Afinal, um texto pode ter vários significados, e estará sempre lhe colocando a prova: Absorver o verdadeiro significado! Afinal de contas, a largada é diferente da chegada, mas são as mesmas. (Me envie um e-mail, se quer exemplos)
Onde isso tudo se torna interligado? Posso considerar este parágrafo como a conclusão do meu texto. Pois, resumidamente, digo que é um absurdo você ter lido até aqui, e não ter obtido o entendimento. Vou dar uma dica: Quem você contrataria para ser o auxiliar de escritório da sua empresa? Seu sobrinho ou uma pessoa sábia e estudiosa? Claro que seu sobrinho, ora! (Não se deixe influenciar por nenhum texto informativo. Ganhe suas próprias influências. (dica de escoteiro)). Refazendo a questão: Quem você contrataria para gerenciar sua empresa? Um abraço, até a próxima!
Robson